James Cameron virá ao Brasil para lançar DVD e Blu-ray de 'Avatar'

O diretor de "Avatar" James Cameron virá ao Brasil para o lançamento do filme em DVD e Blu-ray.

O cineasta chega a São Paulo neste domingo (11) e vem acompanhado de Jon Landau, o produtor do filme.



De acordo com a Fox, estúdio de "Avatar", a comitiva que virá com Cameron pode contar com a presença de atores do filme, entre eles Sigourney Weaver e Sam Worthington.

James Cameron virá apenas ao Brasil para fazer pessoalmente o lançamento do filme - que chega às lojas brasileiras no dia 22 de abril, em 350 mil cópias do DVD e 20 mil em Blu-ray.

Segundo o estúdio, este é "o maior lançamento no mercado de entretenimento doméstico dos últimos cinco anos".

Segunda vez no país
No final de março, o diretor esteve pela primeira vez no Brasil para participar do Fórum Internacional de Sustentabilidade, ocorrido em Manaus, e que reuniu empresários para discutir temas relacionados ao meio ambiente.

O cineasta foi palestrante do evento - que também teve a presença do prêmio Nobel da Paz Al Gore.

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O Grito 3 - The Grudge 3



A maldição de Kayako e Toshio continua assombrando o único sobrevivente do último ataque, Jake, que agora está confinado num hospital psiquiátrico depois do alegado suicídio de sua família. Quando a maldição finalmente o mata, as notícias chegam até uma misteriosa jovem no Japão. Enquanto trabalha no caso de Jake, a Dra. Sullivan (Shawnee Smith) resolve investigar a residência do jovem em Chicago - e a maldição continua a atrair mais vítimas. Quando a raiva se espalha, torna-se claro que as histórias de Jake eram verdadeiras, e a japonesa passa a ser a única esperança de finalmente enterrar a maldição de uma vez por todas a menos que ela se torne outra vítima...

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Estreia nacional de "Alice no País das Maravilhas" é adiada para dia 23

A Disney brasileira informou, nesta terça-feira (13), a data de estreia nacional do filme "Alice no País das Maravilhas", dirigido por Tim Burton. O lançamento nos cinemas estava previsto para o próximo dia 21, mas foi adiado para o dia 23. O longa será exibido em 3D em 125 salas de cinema.

Ingressos para ver "Alice no País das Maravilhas" em 3D estão à venda



Nessa releitura do clássico de Lewis Carroll, que ganha contornos mais sombrios pelas mãos de Burton, Alice (Mia Wasikowska) é uma adolescente e volta ao País das Maravilhas para fugir de um casamento arranjado.

Sem se lembrar que já esteve no local antes, ela reencontra o Chapeleiro Maluco (Johnny Depp), a Rainha Branca (Anne Hathaway) e a Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter).

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Filme “Os Smurfs” está sendo feito em 3D



As filmagens do longa Os Smurfs já começaram no último dia 26 de março com produção em 3D. As carismáticas criaturas azuis que fizeram muito sucesso na TV, nos anos 80, inicia a trama fugindo do cruel feiticeiro Gargamel.

A partir daí, os Smurfs saem do mundo mágico onde vivem e são transportados para o Central Park, em Nova Iorque, tendo de enfrentar os desafios da cidade grande. Segundo a Sony, o filme, cujo diretor é Raja Gosnell (Perdido Pra Cachorro), será feito em 3D e live-action (misturando atores reais e animação) e deverá chegar às telonas em julho de 2011.

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15º Festival de Cinema É tudo Verdade – São Paulo (SP)

Começa nessa quinta-feira (08/04) a 15ª edição do festival de cinema “É Tudo Verdade”, em São Paulo, que exibirá 71 documentários, sendo 18 inéditos, de diversos países, inclusive o Brasil.

O festival é dividido em quatro mostras competitivas, sendo duas nacionais e duas internacionais, divididos em categorias de longas e curta-metragens. Acontece ainda a exibição de filmes fora da mostra competitiva, sendo um dos destaques o longa “Uma noite em 67”, que conta a história da final do Festival de Música da Record.



Os filmes serão exibidos em vários locais da capital paulista, sendo eles: Espaço Unibanco de Cinema, Centro Cultural Banco do Brasil, Cinemateca Brasileira, Reserva Cultural e Cinemark Eldorado. O festival vai até o dia 18 de abril, a entrada é gratuita em todas as salas.

Confira a programação completa no site: www.etudoverdade.com.br

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Top 1 Bilheteria Brasil - O Livro de Eli (2010)

SINOPSE



Num futuro pós-apocalítico, um homem solitário atravessa os Estados Unidos para proteger um livro que guarda os segredos da salvação da humanidade.

Fonte e FICHA DO FILME

Ficção Científica - Star Trek

O diretor J. J. Abrams foi incumbido de renovar a série "Star Trek" no cinema. Depois de 10 filmes e diversos seriados na TV, Abrams conseguiu cumprir sua tarefa de uma forma que poderia parecer heresia para muitos fãs mais fanáticos: imprimir um tom de "Star Wars" às aventuras da Enterprise.

A fórmula adotada foi ousada, trazendo de volta à cena os personagens da série clássica, Capitão Kirk (Chris Pine), senhor Spock (Zachary Quinto) e companhia, mas contando a história do primeiro encontro da tripulação e de como o jovem rebelde Kirk acaba por comandar uma das mais importantes naves da Frota Estelar.




No enredo, o romulano Nero (Eric Bana) volta do futuro em busca de vingança contra Spock e contra o planeta Terra a quem culpa pela destruição de seu planeta. Com uma nave mais avançada tecnologicamente, o vilão consegue destruir Vulcano - planeta natal de Spock - e então parte em direção à Terra.

O tom "Star Wars" adotado por Abrams é bem claro. Ação, efeitos especiais grandiosos e toques de humor, principalmente na relação entre o debochado Kirk e o lógico e frio Spock. Além de renovar toda a tripulação formada por Dr. McCoy (Karl Urban), Uhura (Zoe Saldana), Sulu (John Cho), Scotty (Simon Pegg) e Chekov (Anton Yelchin), o filme tem a participação de Leonard Nimoy, o Spock dá série original, em uma espécie de passagem de bastão para a nova cronologia proposta para a franquia.

A edição especial com dois DVDs agora lançada no mercado brasileiro dedica bastante espaço a extras com um pequeno documentário sobre a produção, e uma série de vídeos mostrando detalhes de bastidores como o processo de escolha do elenco.

Para o fã mais antigo da série, pode ser um prazer especial ver a presença de parte do elenco original no set de filmagem. Além de Nimoy - que em vários momentos avisa o novo Spock sobre as agruras de interpretar um personagem tão querido pelo público -, dão suas bênçãos ao novo elenco os veteranos Nichelle Nichols (Uhura) e Walter Koening (Chekov). O único desfalque é William Shatner, o Kirk original, que não teve nenhuma participação no novo filme.

Outro material interessante do segundo disco da edição é a série de cenas inéditas cortadas da versão final do filme. Por sinal, cenas que de fato não fizeram falta alguma ao longa. O disco inclui ainda documentários breves sobre os alienígenas da franquia e sobre a trilha sonora, elemento marcante na aventura.

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Na estreia de "Chico Xavier - O Filme", emoção e silêncio...

Fui ontem, na noite de estreia, assistir ao filme mais badalado dos últimos anos: Chico Xavier - O Filme. Sessões lotadas e muita expectativa. Uma expectativa que podia ser notada no semblante de cada um que encarava aquela fila. Uma salada etária e, provavelmente, recheada de muitos credos.

O filme é de uma beleza incrível. Conta a história de um dos maiores e mais respeitados espíritas do mundo - Chico Xavier - (interpretado nas três fases de sua vida por Matheus Costa, Ângelo Antônio e Nelson Xavier), desde a sua infância até a sua morte, ou melhor, até a sua desencarnação.




Com relação a filmes, costumo brincar dizendo que adoro saber o final antes de assisti-lo. E neste, em particular, disse a todos que estavam lá comigo, que já sabia o que aconteceria... que seria moleza. Disse em alto e bom tom: Fácil, fácil esse final: o Chico morre no final!

Sessão lotada, acomodamo-nos nas primeiras filas do cinema, e mesmo que tudo pudesse nos levar a uma pré-impressão do que seria o filme, qual o seu significado e qual o seu objetivo, engana-se quem imaginou que o filme seria uma propaganda ao espiritismo ou mesmo uma publicidade ao próprio Chico Xavier.

O filme é apenas a celebração de um grande homem, que este ano, caso estivesse vivo (encarnado), completaria um século de vida. Deste, seriam 96 anos de dedicação, não à doutrina espírita, mas à bondade, ao desejo de servir ao próximo. O filme emociona, alegra e nos faz refletir o quanto e por tão pouco sacrifício, fazer o bem é um exercício que fortalece a nossa alma.


A vida de Chico Xavier foi marcada por sacrifícios. Ele enfrentou-os e seguiu em frente. Ajudou e foi ajudado. Sobreviveu a uma enxurrada de acusações, críticas e desconfianças. Muitos de nós passamos por tudo isso. Mas a grande virtude do Chico (a gente se sente tão íntimo do mestre espírita) foi, sem dúvida, a sua capacidade de transformar essas dificuldades a favor do bem. A bondade era sua, sempre presente, companhia.

O filme é extremamente lindo. Surpreendente a maneira como Daniel Filho (Diretor) retratou a vida e obra do Chico Xavier. O filme não tem a pretensão de formar novos seguidores do espiritismo. Mas não há um segundo sequer do filme que você, espírita ou não-espírita, não se emocione, não se questione. Muitos se verão neste filme.

Pois bem, recomendo a todos que venham assistir ao filme. Aqui, na sessão de estreia, além da beleza do filme, uma certeza: O Chico não morreu... Enquanto houver a bondade, ele estará vivo. Eu errei o final do filme, mas o pós- filme me surpreendeu ainda mais...

Encerra-se o filme e as pessoas saem... Silêncio... Um lindo silêncio...

Coisa mais linda que eu já pude presenciar em um cinema em toda a minha vida.

Obrigado Chico, esteja em Paz!

Vá assistir ao Chico. Eu recomendo.

No mais, Feliz Páscoa a Todos e a Todas

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Estreias: Coração Louco

SINOPSE



Bad Blake (Jeff Bridges) é um cantor de música country fracassado, que leva uma vida dura depois de diversos casamentos, muitas turnês, além de excesso de bebida em inúmeras ocasiões. Mas ele busca uma saída dessa situação, contando com a ajuda de Jean (Maggie Gyllenhall), jornalista que consegue descobrir o homem verdadeiro por trás do músico. Enquanto luta na direção da redenção, Bad aprende da maneira mais difícil como pode ser dura a vida para um louco coração.

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LANÇAMENTOS EM DVD: Arraste-me para o Inferno

Sam Raimi surgiu com um filme de terror barato e inventivo chamado ''Evil Dead''(batizado de ''A Morte do Demônio'' no Brasil). Produzido quase três décadas depois, ''Arraste-me para o Inferno'' é uma espécie de volta a essa origem do diretor. Mais que ser um exercício de criatividade para produzir um trabalho de terror com baixo orçamento, ''Arraste-me'' é uma expressão de saudosismo um tanto anacrônico.



Em ''Arraste-me'' estão algumas das características que marcaram o diretor em seu início de carreira, como o uso do movimento de câmera e da edição para expressar a tensão da cena, além de uma boa dose de escatologia e de humor negro. Porém há algo que Sam Raimi parece não ter se dado conta.

O diretor deixou para trás a época em que era um novato com boas ideias e uma câmera na mão. Entre ''Evil Dead'' e ''Arraste-me para o Inferno'', Raimi se consagrou como o diretor da série ''Homem-Aranha''. O terror também viu surgirem algumas trabalhos que, se não são inovadores, pelo menos deram novos ares ao gênero, como a série ''Pânico'' e os filmes de inspiração japonesa como ''O Chamado''.

Tudo isso faz com que a história de uma funcionária de banco (Alison Lohman) amaldiçoada por uma velha pareça um tanto óbvia, sem muitas novidades. Os sustos soam como um ''déjà vu''. Eles provocam um frisson, não necesariamente a sensação de terror. A impressão é reforçada pelo uso da escatologia. No final, o efeito é de ter provocado um riso nervoso ao invés de calafrios.

Um bom exemplo é a cena da hemorragia sofrida pela personagem de Lohman. O esguicho de sangue lembra mais a obra de um espírito zombeteiro, bem ao estilo Freddie Krueger, do que obra do Mal. Diga-se, o espectador não irá se surpreender se encontrar referências a filmes de terror do anos 80 como ''Poltergeist'' e ''A Hora do Pesadelo''.

Nas mãos de Sam Raimi, essa história um tanto desgastada ganha agilidade, mas foge do gênero do terror, em grande parte por culpa do tempo. Os tempos são outros e muita coisa mudou. Talvez até mesmo para Sam Raimi.

Em tempos de crise financeira global, soa cínico que a anti-heroína seja uma funcionária de banco que foi amaldiçoada por permitir que uma velha perdesse sua casa. Em uma entrevista, Sam Raimi disse que a história é sobre uma garota que optou pela cobiça. O roteiro, escrito com seu irmão Ivan Raimi, nasceu na época em que Sam estava produzindo ''Darkman'', justamente o trabalho que marca a passagem do diretor independente para o mainstream hollywoodiano. Seria como se Sam Raimi estivesse exorcizando a venda de sua alma a Hollywood. Essa seria a melhor piada de humor negro de ''Arraste-me''.

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