Filme “Os Smurfs” está sendo feito em 3D



As filmagens do longa Os Smurfs já começaram no último dia 26 de março com produção em 3D. As carismáticas criaturas azuis que fizeram muito sucesso na TV, nos anos 80, inicia a trama fugindo do cruel feiticeiro Gargamel.

A partir daí, os Smurfs saem do mundo mágico onde vivem e são transportados para o Central Park, em Nova Iorque, tendo de enfrentar os desafios da cidade grande. Segundo a Sony, o filme, cujo diretor é Raja Gosnell (Perdido Pra Cachorro), será feito em 3D e live-action (misturando atores reais e animação) e deverá chegar às telonas em julho de 2011.

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15º Festival de Cinema É tudo Verdade – São Paulo (SP)

Começa nessa quinta-feira (08/04) a 15ª edição do festival de cinema “É Tudo Verdade”, em São Paulo, que exibirá 71 documentários, sendo 18 inéditos, de diversos países, inclusive o Brasil.

O festival é dividido em quatro mostras competitivas, sendo duas nacionais e duas internacionais, divididos em categorias de longas e curta-metragens. Acontece ainda a exibição de filmes fora da mostra competitiva, sendo um dos destaques o longa “Uma noite em 67”, que conta a história da final do Festival de Música da Record.



Os filmes serão exibidos em vários locais da capital paulista, sendo eles: Espaço Unibanco de Cinema, Centro Cultural Banco do Brasil, Cinemateca Brasileira, Reserva Cultural e Cinemark Eldorado. O festival vai até o dia 18 de abril, a entrada é gratuita em todas as salas.

Confira a programação completa no site: www.etudoverdade.com.br

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Top 1 Bilheteria Brasil - O Livro de Eli (2010)

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Num futuro pós-apocalítico, um homem solitário atravessa os Estados Unidos para proteger um livro que guarda os segredos da salvação da humanidade.

Fonte e FICHA DO FILME

Ficção Científica - Star Trek

O diretor J. J. Abrams foi incumbido de renovar a série "Star Trek" no cinema. Depois de 10 filmes e diversos seriados na TV, Abrams conseguiu cumprir sua tarefa de uma forma que poderia parecer heresia para muitos fãs mais fanáticos: imprimir um tom de "Star Wars" às aventuras da Enterprise.

A fórmula adotada foi ousada, trazendo de volta à cena os personagens da série clássica, Capitão Kirk (Chris Pine), senhor Spock (Zachary Quinto) e companhia, mas contando a história do primeiro encontro da tripulação e de como o jovem rebelde Kirk acaba por comandar uma das mais importantes naves da Frota Estelar.




No enredo, o romulano Nero (Eric Bana) volta do futuro em busca de vingança contra Spock e contra o planeta Terra a quem culpa pela destruição de seu planeta. Com uma nave mais avançada tecnologicamente, o vilão consegue destruir Vulcano - planeta natal de Spock - e então parte em direção à Terra.

O tom "Star Wars" adotado por Abrams é bem claro. Ação, efeitos especiais grandiosos e toques de humor, principalmente na relação entre o debochado Kirk e o lógico e frio Spock. Além de renovar toda a tripulação formada por Dr. McCoy (Karl Urban), Uhura (Zoe Saldana), Sulu (John Cho), Scotty (Simon Pegg) e Chekov (Anton Yelchin), o filme tem a participação de Leonard Nimoy, o Spock dá série original, em uma espécie de passagem de bastão para a nova cronologia proposta para a franquia.

A edição especial com dois DVDs agora lançada no mercado brasileiro dedica bastante espaço a extras com um pequeno documentário sobre a produção, e uma série de vídeos mostrando detalhes de bastidores como o processo de escolha do elenco.

Para o fã mais antigo da série, pode ser um prazer especial ver a presença de parte do elenco original no set de filmagem. Além de Nimoy - que em vários momentos avisa o novo Spock sobre as agruras de interpretar um personagem tão querido pelo público -, dão suas bênçãos ao novo elenco os veteranos Nichelle Nichols (Uhura) e Walter Koening (Chekov). O único desfalque é William Shatner, o Kirk original, que não teve nenhuma participação no novo filme.

Outro material interessante do segundo disco da edição é a série de cenas inéditas cortadas da versão final do filme. Por sinal, cenas que de fato não fizeram falta alguma ao longa. O disco inclui ainda documentários breves sobre os alienígenas da franquia e sobre a trilha sonora, elemento marcante na aventura.

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Na estreia de "Chico Xavier - O Filme", emoção e silêncio...

Fui ontem, na noite de estreia, assistir ao filme mais badalado dos últimos anos: Chico Xavier - O Filme. Sessões lotadas e muita expectativa. Uma expectativa que podia ser notada no semblante de cada um que encarava aquela fila. Uma salada etária e, provavelmente, recheada de muitos credos.

O filme é de uma beleza incrível. Conta a história de um dos maiores e mais respeitados espíritas do mundo - Chico Xavier - (interpretado nas três fases de sua vida por Matheus Costa, Ângelo Antônio e Nelson Xavier), desde a sua infância até a sua morte, ou melhor, até a sua desencarnação.




Com relação a filmes, costumo brincar dizendo que adoro saber o final antes de assisti-lo. E neste, em particular, disse a todos que estavam lá comigo, que já sabia o que aconteceria... que seria moleza. Disse em alto e bom tom: Fácil, fácil esse final: o Chico morre no final!

Sessão lotada, acomodamo-nos nas primeiras filas do cinema, e mesmo que tudo pudesse nos levar a uma pré-impressão do que seria o filme, qual o seu significado e qual o seu objetivo, engana-se quem imaginou que o filme seria uma propaganda ao espiritismo ou mesmo uma publicidade ao próprio Chico Xavier.

O filme é apenas a celebração de um grande homem, que este ano, caso estivesse vivo (encarnado), completaria um século de vida. Deste, seriam 96 anos de dedicação, não à doutrina espírita, mas à bondade, ao desejo de servir ao próximo. O filme emociona, alegra e nos faz refletir o quanto e por tão pouco sacrifício, fazer o bem é um exercício que fortalece a nossa alma.


A vida de Chico Xavier foi marcada por sacrifícios. Ele enfrentou-os e seguiu em frente. Ajudou e foi ajudado. Sobreviveu a uma enxurrada de acusações, críticas e desconfianças. Muitos de nós passamos por tudo isso. Mas a grande virtude do Chico (a gente se sente tão íntimo do mestre espírita) foi, sem dúvida, a sua capacidade de transformar essas dificuldades a favor do bem. A bondade era sua, sempre presente, companhia.

O filme é extremamente lindo. Surpreendente a maneira como Daniel Filho (Diretor) retratou a vida e obra do Chico Xavier. O filme não tem a pretensão de formar novos seguidores do espiritismo. Mas não há um segundo sequer do filme que você, espírita ou não-espírita, não se emocione, não se questione. Muitos se verão neste filme.

Pois bem, recomendo a todos que venham assistir ao filme. Aqui, na sessão de estreia, além da beleza do filme, uma certeza: O Chico não morreu... Enquanto houver a bondade, ele estará vivo. Eu errei o final do filme, mas o pós- filme me surpreendeu ainda mais...

Encerra-se o filme e as pessoas saem... Silêncio... Um lindo silêncio...

Coisa mais linda que eu já pude presenciar em um cinema em toda a minha vida.

Obrigado Chico, esteja em Paz!

Vá assistir ao Chico. Eu recomendo.

No mais, Feliz Páscoa a Todos e a Todas

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Estreias: Coração Louco

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Bad Blake (Jeff Bridges) é um cantor de música country fracassado, que leva uma vida dura depois de diversos casamentos, muitas turnês, além de excesso de bebida em inúmeras ocasiões. Mas ele busca uma saída dessa situação, contando com a ajuda de Jean (Maggie Gyllenhall), jornalista que consegue descobrir o homem verdadeiro por trás do músico. Enquanto luta na direção da redenção, Bad aprende da maneira mais difícil como pode ser dura a vida para um louco coração.

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LANÇAMENTOS EM DVD: Arraste-me para o Inferno

Sam Raimi surgiu com um filme de terror barato e inventivo chamado ''Evil Dead''(batizado de ''A Morte do Demônio'' no Brasil). Produzido quase três décadas depois, ''Arraste-me para o Inferno'' é uma espécie de volta a essa origem do diretor. Mais que ser um exercício de criatividade para produzir um trabalho de terror com baixo orçamento, ''Arraste-me'' é uma expressão de saudosismo um tanto anacrônico.



Em ''Arraste-me'' estão algumas das características que marcaram o diretor em seu início de carreira, como o uso do movimento de câmera e da edição para expressar a tensão da cena, além de uma boa dose de escatologia e de humor negro. Porém há algo que Sam Raimi parece não ter se dado conta.

O diretor deixou para trás a época em que era um novato com boas ideias e uma câmera na mão. Entre ''Evil Dead'' e ''Arraste-me para o Inferno'', Raimi se consagrou como o diretor da série ''Homem-Aranha''. O terror também viu surgirem algumas trabalhos que, se não são inovadores, pelo menos deram novos ares ao gênero, como a série ''Pânico'' e os filmes de inspiração japonesa como ''O Chamado''.

Tudo isso faz com que a história de uma funcionária de banco (Alison Lohman) amaldiçoada por uma velha pareça um tanto óbvia, sem muitas novidades. Os sustos soam como um ''déjà vu''. Eles provocam um frisson, não necesariamente a sensação de terror. A impressão é reforçada pelo uso da escatologia. No final, o efeito é de ter provocado um riso nervoso ao invés de calafrios.

Um bom exemplo é a cena da hemorragia sofrida pela personagem de Lohman. O esguicho de sangue lembra mais a obra de um espírito zombeteiro, bem ao estilo Freddie Krueger, do que obra do Mal. Diga-se, o espectador não irá se surpreender se encontrar referências a filmes de terror do anos 80 como ''Poltergeist'' e ''A Hora do Pesadelo''.

Nas mãos de Sam Raimi, essa história um tanto desgastada ganha agilidade, mas foge do gênero do terror, em grande parte por culpa do tempo. Os tempos são outros e muita coisa mudou. Talvez até mesmo para Sam Raimi.

Em tempos de crise financeira global, soa cínico que a anti-heroína seja uma funcionária de banco que foi amaldiçoada por permitir que uma velha perdesse sua casa. Em uma entrevista, Sam Raimi disse que a história é sobre uma garota que optou pela cobiça. O roteiro, escrito com seu irmão Ivan Raimi, nasceu na época em que Sam estava produzindo ''Darkman'', justamente o trabalho que marca a passagem do diretor independente para o mainstream hollywoodiano. Seria como se Sam Raimi estivesse exorcizando a venda de sua alma a Hollywood. Essa seria a melhor piada de humor negro de ''Arraste-me''.

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"Alice", de Tim Burton, lidera bilheteria global

A versão da Disney em 3D para o filme "Alice no País das Maravilhas", de Tim Burton, bateu vários recordes no seu primeiro fim de semana nas bilheterias norte-americanas, vendendo US$ 116,3 milhões em ingressos, divulgou a empresa cinematográfica, neste domingo.

O filme também faturou outros US$ 94 milhões em mais 40 países, acabando com o reinado global de "Avatar" que já persistia por 11 semanas.



O total mundial arrecadado por "Alice" foi estimado em US$ 210,3 milhões e a produção ainda não estreou em cerca de 40% do mercado internacional.

A Disney disse que a estreia foi melhor que o esperado nos Estados Unidos e Canadá, batendo recordes se levada em conta, inclusive, a época do lançamento: em março e no primeiro trimestre.

"Alice" também teve o melhor desempenho de um filme que não faz parte de uma sequência e estabeleceu uma nova referência para os títulos em 3D e Imax. Além disso, o filme é a melhor estreia do diretor Tim Burton, superando o a arrecadação inicial de US$ 68,5 milhões registrada pelo remake de "O Planeta dos Macacos" (2001).

Especialistas da área previam um fim de semana de estreia com faturamento acima dos US$ 75 milhões para a arrojada reinvenção do clássico de Lewis Carroll. Lembrando que o último filme a atingir esse nível foi "Avatar", que faturou US$ 77 milhões na estreia em dezembro.

No longa de Burton, Johnny Depp interpreta o Chapeleiro Maluco, enquanto a atriz australiana Mia Wasikowska dá vida a Alice. Helena Bonham Carter e Anne Hathaway são a Rainha de Copas e a Rainha Branca, respectivamente.

As avaliações sobre o filme foram mistas, com os críticos mais entusiasmados com o esplendor visual do filme do que com a sua essência narrativa.

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Filme: Percy Jackson e o Ladrão de Raios (2010)

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Percy Jackson está encrencado na escola, mas esse nem de longe é seu maior desafio.Os deuses do Olimpo saem das páginas dos livros de mitologia grega de Percy e entram em sua vida. Ele descobre que seu pai verdadeiro é Poseidon, deus dos mares, o que significa que Percy é um semideus, metade humano, metade deus. Ao mesmo tempo, Zeus, rei de todos os deuses, acusa Percy de roubar seu raio, a primeira e verdadeira arma de destruição em massa. Agora, Percy tem de se preparar para a maior aventura de sua vida. Sob nuvens de tempestade sinistras e com sua vida ameaçada, Percy viaja até um enclave especial, um campo de treinamento para mestiços, onde aperfeiçoa seus recém-descobertos poderes para evitar uma guerra devastadora entre os deuses. É lá que ele conhece dois outros semideuses: a guerreira Annabeth, que procura sua mãe, a deusa Atena; e seu amigo de infância e protetor, Grover, um corajoso sátiro cujas habilidades ainda não foram testadas.

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Filme: Vírus

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Quatro amigos tentam acabar com um vírus brutal, mas não demoram muito a perceber que eles são mais perigosos do que qualquer vírus.

FICHA DO FILME

Título original: Carriers
Diretor: Àlex Pastor , David Pastor
Elenco: Chris Pine, Piper Perabo
Gênero: Drama, Terror
Duração: 84 minutos
Ano: 2009
Data da Estreia: 05/03/2010
Cor: Colorido
Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos
País: EUA

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